terça-feira, 17 de maio de 2016

POR ONDE ANDEI

Já tive minhas épocas de crise, onde achava correto esbravejar "bandido bom é bandido morto". Passei por várias crises existenciais, onde fui confrontado em não apenas opiniões mas em convicções. Eu li os vários lados de muitas histórias, buscando onde e como eu poderia conciliar valores e ideais como paz, igualdade, justiça, dignidade... Não parei em apenas uma filosofia ou num modo de pensar. Existencialista, niilista, anarquista, socialista... Ateísta, deísta, teísta calvinista, wesleyano ou aberto... "provei tanta fruta que te deixariam tonta"!

Há vários tons de cinza entre preto e branco, e ainda explorando. Mas uma coisa eu sei: apesar de ainda aprender e ver o quanto eu sou limitado, não sou mais raso e nem fútil. Não me contento com o mais fácil, prefiro fazer minha história a copiar o rascunho da história dos outros.

Frente a tudo o que há acima, não consigo mais enxergar o fundo do mar da existência. Já não sou mais raso.