domingo, 27 de abril de 2014

PENSANDO SOBRE OS CICLOS DA VIDA

Sempre há um ciclo. É a vida. Um se fecha e outro se abre. As situações mudam, mudam as circunstâncias, e com essas mudanças trocam-se os círculos pessoais também. Enfim, a vida muda. Isso é o dinamismo sob o qual existimos. E há elos que ligam cada ciclo; afinal, podemos perceber que, via de regra, as mudanças de ciclo dificilmente são bruscas e violentas, e sim tendem a serem precedidas de certo preparo. Sim, são planos que começam a dar certo ou projetos ruindo que vejo anteceder o início de um novo ciclo.

E o que essas mudanças trazem? Há a necessidade de largar certas regras, confortos e amores para que o novo não chegue e sim aconteça. É isso que as mudanças trazem,  e embora pareça óbvio é bom ressaltar que as mudanças trazem o novo!

Viver agarrado então é nocivo, penso eu, a não ser que aquilo a que se está agarrado seja um esteio, uma coluna-mestra, aquilo ou alguém que nos define de alguma forma, que seja realmente algo intangível...

Então viver não é apenas mudança de ciclo: é também a descoberta de quem e como somos. É apostar e perder até aprender a ganhar. É ver as vitórias mais significativas chegarem acompanhadas de marcas de expressão.

É muita coisa para apenas uma vida...

Mas não é apenas uma vida, e sim muitas vidas numa existência.

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