quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

QUAIS AS IMPLICAÇÕES?



Eu gosto de pensar, analisar as coisas, e me divirto muito com isso! Gosto de pensar no funcionamento dos pedais de efeito para guitarra, nas relações entre as pessoas, no que nós gostamos de fazer e por que fazemos... E pensar sobre algo que vai além do físico (metafísica) me aguça os sentidos! Espíritos, divindades, demônios, um arquiteto Universal, tudo isso é muito divertido!


Isso vem desde pequeno, mas acho que após eu ter aceitado a fé cristã tomou medidas exuberantes, tanto que eu “engolia” livros sobre religiosidade (cristã, of course!). Aprendi muito, inclusive sobre como não questionar muito...!


Mas foi legal ter encontrado uma galera que estava questionando dogmas que os cristãos carregavam desde a antiguidade (consciente ou inconscientemente), impregnando de filosofia grega os ensinos do bom Jesus de Nazaré. Mais legal ainda foi ter lido os escritos de Leonardo Boff sobre Espiritualidade. Aí a casa caiu!


Hoje, não tenho relação com igreja alguma. Não sou católico, evangélico, protestante, teólogo da Prosperidade (!) ou da Libertação (!!), mas posso numa boa entrar no templo de qualquer manifestação religiosa – ou melhor, manter-me afastado de todos!!! O caso é justamente uma coisa que eu achei que entendia perfeitamente há 7 anos atrás: a diferença entre Religiosidade e Espiritualidade.


Enquanto que uma religiosidade te trancafia em 6 paredes (3D, mano!) e pode ocasionalmente fomentar uma boa espiritualidade, a espiritualidade te joga numa queda livre em um cosmos de infinitas dimensões!


Veja bem: se somos budistas, protestantes reformados, hindus, teístas abertos, ou até mesmo ateus, mas temos a consciência de quem somos, dos nossos erros/acertos e de que temos responsabilidade com o universo que nos cerca – e ansiamos por agir de alguma forma! – , de fato estamos cultivando uma espiritualidade responsável e acima de tudo, saudável!


Li bastante a bíblia, especialmente o Novo Testamento. Infelizmente, ainda não pude aprender grego clássico para ler direto dos originais sem passar pela escolha de palavras de um tradutor (que pode ou não “puxar sardinha” para sua denominação – vide história entre a Bíblia de Genebra e bíblia King James), mas vejo hoje que, ao passar pelas páginas que narram os mais ou menos três aos de vida pública de Jesus, muitos detalhes me escaparam devido à minha sede de alicerçar aquilo que eu já sabia. Perdi de vista o Jesus amoroso e compassivo, que ensinava judeus cabeças-duras a amar e acolher com a mesma paciência que dEle recebiam, que tocava em mortos, mulheres menstruadas, contava histórias sobre boas pessoas de “tribos” rivais e más pessoas “em nosso quintal”. Ensinou o Pai-Nosso (ou Oração Dominical) não para ser recitado, mas como um guia de, não como deveríamos, e sim de como poderíamos falar com o Pai. Um Jesus que não temia a contaminação, mas que vencia a doença da exclusão com acolhimento, e que por isso talvez, fosse tão temido por demônios!


Para que eu exerça a minha espiritualidade, me sinto convidado a agir ais dentro da sugestão de Jesus, afinal, dentre tantos que eu poderia escolher como Norte, o escolhi. É esta basicamente a implicação de escolhê-lo. Também é fantástico notar que, segundo Jesus, os filhos de Deus são aqueles que fazem a vontade do Pai, e não simplesmente aqueles que o confessam com palavras e idas semanais (ou até diárias como acontecia comigo!!!) à um templo ou terreiro fazer seus ritos!


Desta forma, agradeço à Deus por ter tantos irmãos ateus, umbandistas, kardecistas, católicos, evangélicos, protestantes, judeus, hindus,satanistas, aimistas,...

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

KB BOX - How to Build an AB Box!





Um A/B Box é basicamente uma caixa que divide o sinal do seu instrumento em dois. A sua eletrônica é simples, basta saber soldar e descascar fios e voilá!!!

Este montei numa lata de atum em conserva. Vale ressaltar que a fiação que usei nesta foto foi trocada por cabos de instrumentos, com 1 condutor e malha, o que melhorou a blindagem. E além de ter que lixar um pequeno ponto interno da lata para soldar o fio de aterramento/blindagem, tampei a lata com aquele papel alumínio grosso que vem em latas de Neston.

Uso meu KB Box para desviar o sinal dos pedais para meu afinador, assim minimizo a perda de sinal e não preciso em shows desconectar o cabo de minha guitarra, baixo ou violão para afinar em silêncio.

Ah, o nome é um trocadilho entre AB e minhas iniciais KB - Kalil Bentes (ÊÊÊÊÊÊÊÊ!!! PALMAS PARA MIIIIM!!!) :P

Abraços, e boas soldas! Em breve um Line Selector e o tão esperado TALK BOX!!!